Este artigo não tem como finalidade convencer qualquer pessoa a pensar com os aspectos Neurais de uma Visão Sistêmica, pois isto fica para que cada um produza sua melhor reflexão dentro deste contexto.
Muitos tabus sexuais desapareceram no decorrer dos últimos 30 (trinta) anos. Me passa a impressão que vivemos numa época em que o real desejo está sendo ofuscado. Portanto qual o papel que desempenha, “hoje”, a sexualidade?
No meu ponto de vista, vivemos com uma sexualidade “domesticada”. Nós a domesticamos e a transformamos em um rio turbulento; “um canal de águas paradas”. Por querer tê-la inteiramente sob controle, nós também a despojamos da sua “grandeza” e de suas consequências.
A consumação do ato sexual é a base de toda a vida. É o ato mais poderoso dos seres humanos. Pressupunha-se que a sexualidade é consumada com amor, porém no momento contemporâneo não se pode mais partir desse princípio. Devemos respeitar o ato quando é realizado com o consentimento mútuo e está tudo certo dentro deste contexto. Aqui não cabe polemizar, apenas com consciência, respeitar.
Desmistificando o Sexo da Sexualidade:
Embora a sexualidade também englobe o tema sexo, ela não é só isso. Quando falamos sobre sexo, muitas vezes nos referimos à prática sexual que envolve uma intimidade física. A sexualidade é um aspecto comum a todas as pessoas, ela está presente desde que nascemos e vai sendo construída e desenvolvida no decorrer de toda a vida, através das experiências que vamos tendo ao longo dos anos. Consideramos que o desenvolvimento da sexualidade é um aspecto biológico do ser humano que é influenciada pelo contexto social, cultural, histórico, psicológico, econômico, político, religioso e éticos em que o sujeito está inserido. Ou seja, a sexualidade pode ser expressada de formas diferentes de pessoa para pessoa, pois recebe forte influência do convívio social.
Dessa maneira, a sexualidade se desenvolve a partir da interação social, de uma forma especial e profunda através da comunicação do indivíduo consigo mesmo e com o outro. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a sexualidade é uma energia que nos motiva para procurar amor, contato, ternura e intimidade e ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física, emocional e mental. Podemos dizer que a sexualidade está relacionada com tudo aquilo que somos capazes de sentir e expressar, com a forma que a gente se coloca no mundo e como nos relacionamos com o outro a fim de buscar o prazer. Esse prazer não precisa necessariamente ser o prazer sexual.
Portanto, pode fazer parte da sexualidade, a necessidade de admiração, autoestima e a satisfação corporal, por exemplo. Consequentemente, a sexualidade está diretamente ligada ao bem-estar de uma pessoa.
Em relação ao sexo, a sexualidade está relacionada ao erotismo, prazer, orientação sexual e reprodução. Implica em sentimento de amor, tesão, necessidades de contato com o outro, carícias, beijos, troca de intimidade e também a sintonia com o outro.
A sexualidade está presente desde que nascemos até a nossa morte, portanto ela pode se transformar ao longo do tempo, dependendo das experiências que as pessoas se permitem vivenciar. Sendo assim, a sexualidade também é um aspecto dinâmico nas nossas vidas.
O ponto importante deste aspecto é que, independente da sua visão sobre o tema, você tenha uma relação positiva de compreensão e aceitação da sua própria sexualidade. O esclarecimento de dúvidas e a capacidade de se sentir confortável com seus desejos e sensações colabora para o amadurecimento, gerando uma experiência positiva e saudável.
A Violência e Transgressão:
Mesmo num caso de estupro, a sexualidade deve ser observada com cautela e sensatez. Ela não se torna nefasta nem é afetada por esse ato. As circunstâncias em que aconteceram é que são negativas e condenáveis. A sexualidade tem, todavia, efeitos bem profundos, que não podem ser anulados. Caso a mulher, que foi violentada, fique grávida, os efeitos para essa criança podem ser traumáticos. O aborto não apagará a lembrança do estupro, nem anulará o vínculo estabelecido por ele, muito menos aniquilará a “maternidade ou a “paternidade”. As consequências permanecem, independentemente de nosso julgamento moral, valores e crenças. Mas a questão é: Como ajudar os envolvidos a colocar este sistema numa ordem estável?
Uma criança que é fruto de um estupro, quanto tiver um mínimo grau de consciência, deveria dizer, internamente, ao estuprador: “Você é meu pai e eu o tomo como pai”. O que pode dizer senão isso? Não pode dizer: “Você não é meu pai” ou “Eu não o tomo como pai”. Isso não teria o menor sentido sistêmico de reparação e solução para que ela pudesse seguir o seu caminho da melhor maneira possível e ter todas suas áreas da vida mais estáveis e equilibradas.
Continuando: “Você é meu pai e é também a pessoa certa para ser meu pai. Não existe nenhum outro para mim”. O mesmo deveria dizer para a mãe. Se a mãe quiser colocar o sistema do filho em ordem e “ressignificar” as consequências negativas de um estupro, ela deveria dizer ao homem: “Você é o pai do nosso filho. Eu o tomo e o respeito como pai do nosso filho”.
Porque se deve respeitar mesmo sendo um ato violento? Deve respeitá-lo como pai da criança que eles têm juntos, ou seja, meramente por uma Visão Sistêmica, pensando em todos os elementos e no impacto individual de cada um deles no futuro. O resultado está ali e é visível. Nessa criança indefesa a mãe sempre verá também o pai. Se ela não quiser vê-lo na criança, estará rejeitando, naturalmente, o próprio filho. Nesse caso, ela não estará olhando para os resultados na vida futura da criança, mas apenas as circunstâncias atrelados a seu Ego. Somente quando ela vê o acontecimento num contexto amplo, no sentido de que esse ato violento resultou em algo positivo, ela pode concordar e dizer: “Agora posso me reconciliar com esse acontecimento terrível e desconfortável porque foco para o bem que daí resultou”. Se ela conseguir dar esse passo, conseguirá olhar com amor para o filho e ele também conseguirá “tomar” o pai, como deve ser. Quando a mãe rejeita o pai refletido no filho, é muito difícil para a criança aceitar e tomar o próprio pai. Se a mãe quer o bem do filho, precisa olhar para o pai dele e respeitá-lo, mesmo neste grau de desconforto e complexidade.
Amar significa, nesse caso, respeitar que algo de “grandioso” aconteceu, não importa sob que circunstâncias. A culpa não vai ser, com isso, redimida, mas será vista num contexto sistêmico mais amplo. A mulher reconhece que aconteceu algo de “grandioso” que alterou a vida dela e gerou uma nova vida que aliás é uma propriedade da mulher, reproduzir novas vidas. Ela concorda ou no mínimo aceita, assim como é, e também com as circunstâncias sob as quais isso aconteceu. É um profundo respeito pelo destino. Lembrando que em relação ao não menos polêmico assunto “Destino”, devemos ter consciências de nossos limites em lidar com ele.
O Vínculo e um significativo “Case”:
Devemos refletir: “Será que o amor é tão forte quanto a morte”? Penso, em minha humilde percepção que a mulher sente, através do estupro, a proximidade da morte. Ela esteve à mercê de uma violência além de sua possibilidade de controle. No entanto, com isso originou-se um vínculo. Se, apesar de seu sofrimento, a mulher for capaz de reconhecer o vínculo e as suas consequências, ela adquirirá força e dignidade especiais. Imagine só, uma mulher capaz de dizer ao filho: “Por você, respeito o seu pai, não importa o que aconteceu. Fico feliz que você exista e, portanto, aceito o que aconteceu, assim como foi”. Que grandeza existe nisso e qual sentimento profundo emergirá no filho.
Mesmo com esse tipo de violência, se estabelece um vínculo. Me recordo que em um dos meus cursos de formação, quando sugeri à uma aluna que atuasse como Consteladora, para treinar suas habilidades e se familiarizar com a leitura do Campo Morfogénetico, que está inserido no processo da Constelação Sistêmica, ela iniciou o processo na qual a família do Constelado havia se deparado no passado com um desconforto de incesto, ou seja a mãe dela havia tido uma relação sexual com um dos filhos e irmão da Constelada. Quando a aluna Consteladora estava dentro do Campo, começou a chorar copiosamente e logo em seguida a estabilizei e finalizei eu mesmo a Constelação. No dia seguinte, ela me disse que, durante a Constelação, lembrou-se de que tinha sido violentada quando jovem. Durante a noite, compreendeu repentinamente o quanto respeitava esse homem e que poderia agora libertar-se dele através desse amor. Nesses casos, eu sei o quanto é complexo “ressignificar” os conceitos morais, crenças e valores, para reconhecer, simplesmente, que essas experiências têm um efeito profundo, queiramos ou não. É um momento muito íntimo e interno da pessoa e precisamos com calma e respeito, no tempo e ritmo dela, aguardarmos que o reparo sistêmico seja realizado como deve ser.
Quando menciono o tema “vínculo”, isso não tem nada a ver com moral, nem com casamento ou amor. São etapas da vida; também não tem nada a ver com o bem ou com o mal, apenas eu vejo como um aspecto fenomenológico, como uma força natural das ondas e da água no mar. Não se pode dizer às ondas como elas devem fluir. Mas pode-se ver como elas fluem. Se algum dia eu me deparar num processo de Constelação Sistêmica, com um estuprador, até hoje nunca me ocorreu isto, diria a ele que, de maneira imaginável, olhe a mulher nos olhos, faça uma profunda reverência e diga em voz alta e firme: “Eu lhe fiz mal. Sinto muito. Dou-lhe o meu respeito e um lugar em meu coração. Reconheço o mal que lhe fiz e a culpa que carregarei no meu coração. Tenho ciência que ela não pode ser negligenciada e nem anulada”. Devemos levar em consideração que o fato já fora consumado e aqui, como em outros casos, não cabe desculpas e nem perdão, já foi e faz parte do passado. Apenas é necessário ser reparado para o bem estar e para o processo evolutivo de todos os elementos inseridos neste sistema.
Nesse caso, o homem pode ter respeito pela mulher e pelo filho, somente quando reconhece a sua responsabilidade no contexto, levando em conta inclusive as consequências negativas, como ser condenado por isso, por exemplo. O estuprador é geralmente alguém que tem medo da mulher. O medo é dissimulado pela violência. O machista tem esse mesmo medo oculto. Porém, num nível mais profundo, esse medo tem a ver com o sentimento da proximidade da morte. Não no sentido de que vá morrer, mas o pressentimento de que se vá tocar em algo profundo. Reitero que o estupro é simplesmente um acontecimento traumático. Seja o que for, da maneira como o menciono, o acontecimento traumático deve ser transformado e reparado ou pelo menos amenizado para a mulher ou até mesmo para o violentador, caso isto esteja causando um peso em sua consciência ou uma desestabilização sistêmica. Qualquer outra tentativa de abordagem, acusação ou humilhação a si mesma, por exemplo tem exatamente o efeito antagônico, ou seja, a mulher fica impregnada e letárgica, presa unicamente ao acontecimento já ocorrido.
O instinto:
Também na natureza, a sexualidade tem uma sutileza atrelada à algo de violento. Neste caso, está em jogo um instinto que pertence à vida e a empurra para a frente, mesmo com violência. Um dos desafios do ser humano contemporâneo tem sido domesticar esse potencial violento. Essa tende a ser uma grande conquista. Mas o fato de precisarmos domesticar a sexualidade nos mostra o poder dessas forças. Por outro lado, quem precisa apossar-se de uma mulher através da violência encontra-se num estado emocional doentio. Sistematicamente, não é justo, colocar num pano de fundo a sexualidade violenta somente no olhar patológico, pois para a abusada é sentido como algo devastador.
Importante ressaltar que a sexualidade que se origina do amor também pode ser devastadora, como no caso em que a mulher perde a vida num parto. Nesse aspecto, não existe diferença. E sempre algo que toca fundo e traumatiza. Quando vemos a sexualidade em sua grandeza, em sua pujança e violência, conseguimos lidar com ela de forma mais respeitosa. Quem pensa que pode acorrentá-la com leis e proibições não reconhece a nossa impotência perante o seu poder.
Lembro que, inconscientemente, podemos domesticar a sexualidade. Através dos métodos anticoncepcionais a sexualidade tornou-se algo facilmente disponível, sem as consequências originais. Se a concepção é aceita como possibilidade e risco, então tem uma outra força e profundidade. Não é que ela deva ser só assim, mas deve-se ver que existe uma diferença entre vê-la como algo que pode resultar num filho ou como uma mera questão de amor ou prazer entre um casal.
O pecado:
A sexualidade está domesticada também de uma outra maneira, sendo transformada em pecado. Isso também é uma forma de domesticá-la. Por exemplo, o incesto é descrito por algumas pessoas como um ato pelo qual se mata a alma da criança. Isso é, na verdade, complexo e polêmico, quando se sabe o que a sexualidade significa para a vida. Se uma criança entra em contato tão cedo com a sexualidade, também entra em contato bem cedo com a pujança da vida, mesmo que seja de uma forma ameaçadora. A pujança da vida também pode matar a delicada alma imatura. Quem sobrevive à essa experiência passa a ter um sentimento profundo de “fortaleza” que naturalmente a difere das outras crianças. Neste caso ressalto que nem sempre um prejuízo se transforma em força. Por exemplo, muitas prostitutas são jovens e sofrem abuso sexual. Elas devriam dizer imaginariamente ao pai, sabendo ou não quem seja: “Se alguém deve assumir a culpa, então eu prefiro que seja eu”.
Como psicoterapeuta ou consultor sistêmico, trago à luz esse lado, a jovem reconhece a grandeza do seu amor e o que fez por ele. Quando isso vem à luz, o sistema orgânico readquire uma resplandecência singular e pode-se sentir a força que emerge dentro dela. Uma criança inocente não poderia passar por essa experiência. Naturalmente seria um absurdo achar que o incesto fez bem a ela. Não se trata disso. A expressão: “Isso mata a alma da criança” serve mais como uma arma contra o agressor e não faz justiça à criança. As minhas menções serão agentes de contribuição para a alma da criança que sofreu abuso, ajudando no processo de recuperação da dignidade.
Algumas, poucas vezes eu já presenciei esse fato, em atendimentos de pessoas que sofreram abuso sexual. Quando o trauma do incesto é superado, elas adquirem uma dignidade e uma força difícil de explicar com palavras, mas fácil de perceber nos comportamentos. Com a condenação fica muito mais difícil superar essa experiência. Dessa forma perpetua-se muitas vezes as feridas traumáticas, sem chegar à cura e transformação, o que impede de seguir em frente no caminho de um patamar evolutivo em diversas áreas da vida, sobretudo à do relacionamento afetivo.
A descoberta do desejo feminino e do prazer sexual sem consequências é para as mulheres uma vantagem. O prazer feminino não foi descoberto nos últimos 30 (trinta) anos. Antes disto, era mal visto nos contextos cultural e social.
Um dos questionamentos mais relevantes que me relatam é: A sexualidade sem compromisso realmente tem consequências? Observo nas Constelações Sistêmicas que não é isso o que acontece. Mas não vamos tratar disso agora. O importante é que a sexualidade não ocupa mais a mesma posição ou função de antes. Ela desperta menos atenção, apesar da libertação. Isso tem a ver certamente com o fato de que já não a levamos tão a sério e sua função anterior como expressão de amor fora arrefecida. A sexualidade desvinculada do relacionamento, nesta era contemporânea, não perde o seu significado de plenitude. Um dos aspectos que mais aterrorizam os casais, de modo geral, é a falta de desejo, prazer e satisfação. Quero ressaltar e contestar que a sexualidade tenha perdido o seu significado de plenitude. Acredito mais que o ser humano perdeu isso de vista devido ao atual estilo de vida no qual somos pressionados pela sociedade. É notório perceber que na vida se baseia na relevância de muitas outras áreas, as vezes menos no prazer sexual, aliás as evidências corroboram para uma das classes mais emergentes no mundo, os assexuais, ou seja, pessoas que não sentem mais atração ou necessidade sexual por ninguém (matéria do Fantástico da Rede Globo de TV em janeiro de 2020).
Resumo e Conclusão Final:
A sexualidade significa plenitude quando é a expressão de um relacionamento afetivo. O amor seria cultivado, portanto, quando um homem e uma mulher se olhassem nos olhos e acessasse os sinais ressoados do coração, enquanto se amam. Não seria, então, necessário perguntar: “O que vamos fazer agora para aumentar o nosso prazer? Esta pergunta não é mais cabível e necessária nesta era contemporânea, tem baixa relevância. O essencial está atrelado à alma e as informações que originam do âmago do coração, centro da intuição e sabedoria.
A arte do amor tem um outro significado, ou seja, tem a ver com a entrega mútua. A sexualidade satisfatória é também um processo da alma e se esta está sintonizada adequadamente, o processo flui naturalmente, como deve ser. O contrário também acontece, ou seja, se a sexualidade arrefece pode ter impacto esfriando a alma.
Almas aguçadas alimentam a sensibilidade intuitiva. Existem caminhos para as pessoas nutrirem a alma, reconquistando o prazer, porém o caminho mais eficaz para que isto ocorra é quando a sexualidade está conectada ao amor. Muitas vezes, entretanto, a abstinência pode ser um aspecto da sexualidade que tem a ver com o respeito e com uma concentração interior. Pois todo relacionamento humano é ao mesmo tempo um processo em direção à morte. Quando nos despegamos de uma ilusão, decepção ou frustação, facilita aquietar a alma e transcendemos para um modelo evolutivo no relacionamento. Algumas vezes, esse processo é acompanhado de um desinteresse sexual. Deve ser naturalmente compreendido e respeitado, porém isso pode fazer com que algo novo, especial, emerja num nível mais acentuado e profundo. Está tudo certo, apenas respeite este momento, se aquiete e tenha a convicção que este sentimento ou percepção ressoe de um sinal do coração.
A sexualidade vem antes do amor, apesar de muitas pessoas prefeririam que fosse o contrário, porém o vínculo e a profundidade que se estabelece está além do amor. No processo da Constelação e da Visão Sistêmica, olhamos para este contexto como o destino, algo que está à frente.
Agende sua Constelação Sistêmica Familiar ou Empresarial
Cassio Corazzari, Cursos de formação com Bert e Sophie Hellinger, incluindo módulos especiais sobre saúde, empresas, relacionamento de casal, Prosperidade e Equilíbrio Financeiro, dentre outras. Formação em Constelações Organizacionais. Formação em Constelações Individuais. Formação Internacional na Teoria dos Sistemas. Formação no Campo da Ressonância Mórfica, com Rupert Sheldrake, Prêmio Nobel. Scalar Heart Connection com Stephen Linsteadt. Certificação em Física Quântica com especialização em Homeostase. Curriculum completo, clique aqui.
Ligue e agende uma sessão Fone / Whatsapp: (19) 9111-1023 ou entre em contato por e-mail: cassio.leo@terra.com.br ou cassio@metavisao4d.com.br
A Constelação Sistêmica, foca os aspectos das relações que estão presentes a nível inconsciente em sua vida, afetando seu modo de pensar, sentir, fazer escolhas, saúde, prosperidade, relacionamentos pessoais, empresariais, etc. Tem forte atuação no contexto Jurídico, Educação e Desenvolvimento Pessoal e Profissional, atuando com relevância em problemas, tais como: Dificuldades com Mãe e/ou Pai / Relacionamentos / Materialização Financeira / Dificuldades para Emagrecer / Depressão & Estresse / Pânico & Medo / Infelicidade e Infidelidade / Vícios (Álcool, Drogas, Jogos) / Falta de Realização Pessoal & Profissional / Dificuldades para Engravidar / Patologias de todos os gêneros.
Existem “leis”, chamadas Ordens, que regem a estrutura familiar, como uma energia invisível que tem como função manter o equilíbrio do sistema e quando desrespeitadas, dentro de uma família, surgirão emaranhamentos, graves conflitos e desordens, em várias gerações depois.
A Constelação Empresarial, também segue as mesmas Ordens, mas esclarece a questão “O que de fato está acontecendo nessa empresa?” Apresenta as dinâmicas ocultas que estão impedindo o livre desenvolvimento e crescimento dessa empresa, em vários aspectos. Foca também questões de trabalho e carreira.
As Constelações Sistêmicas, abrem caminho para que essas Ordens sejam restabelecidas, fechem ciclos que permanecem abertos, permitindo a solução na sua vida, trabalho, carreira, empresa.
Deixe uma resposta